Saúde mental dos universitários durante a pandemia

No mundo corrido, adoecido, o tema saúde mental é importante ser debatido na sociedade. Dentro das Instituições de Ensino Superior é comum que se fale sobre, durante esse período de pandemia se torna ainda mais importante falar sobre. Nesse tempo de isolamento social cada vez mais jovens adoeceram psicologicamente, e um dos motivos é a pressão dos cursos superiores.

Sete de dez estudantes universitários afirmam que desenvolveram algum tipo de patologia mental, é o que o diz o estudo da “Global Student Survey”. Alguns fatores que influenciam isto são, necessidade de arranjar estágio, provas, trabalhos, percaussos nas aulas onlines, dificuldade financeira para conseguir pagar a mensalidade, esses acontecimentos contribuem para o adoecimento mental dentro do meio acadêmico, trazendo uma angustia, aflição, por não ser um padrão de estudo, desencadeando muitas manifestações ociosas já que o tempo conectado na internet aumentou, problemas relacionado ao esforço mental, de esta sempre assistindo aulas, que desencadeiam os transtornos, como ansiedade, já que aceleração mental aumentou.

Existe diversas maneiras para que os estudantes busquem maneiras para desacelerar o pensamento, como fazendo atividades físicas dentro de casa, tendo uma alimentação balanceado e regular, jogos que mecham com o intelecto e procurar a ajuda de profissional especializado, um psicólogo. “O trabalho do psicólogo é essencial nesse período pandêmico, ainda mais para esse jovens que estão tendo alta cobrança dos pais e da sociedade, eles tem que buscar aliar abitos mais saudáveis para conseguir tem um bom rendimento acadêmico e o psicólogo irá poder ajudar eles” explica o psicólogo Emerson Araújo, que também fala sobre mais investimento para essa área “É importante que haja um maior investimento para essa área específica, que acadêmicos que estejam precisando desse serviço tenha ele dentro das próprias Instituições de Ensino.

foto: internet

Muitos estudantes tiveram uma baixa no seu processo de ensino, por que o ensino remoto ainda não era algo comum e eles tiveram uma mudança brusca de hábitos educacionais. “No meio da pandemia eu comecei a ter ansiedade diagnósticada, o medo de não dar conta do curso, a dificuldade dos meus pais em pagarem a mensalidade e a sensação de não está aprendendo foi alta. Procurei a ajuda de um psicológico e sigo com ele para que eu consiga vencer isso” relata a estudante de Administração, Beatriz Costa.

O preconceito com que busca os profissionais de saúde ainda é comum, mas todo aquele que precisar dessa ajuda tem que procurar.

Glenda Muryelle
Ramylla Gomes

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